O amor da gente é como um grão. Uma semente de ilusão. Tem que morrer pra germinar, Plantar nalgum lugar, Ressuscitar no chão. Nossa semeadura. Quem poderá fazer Aquele amor morrer. Nossa caminhadura, Dura caminhada, Pela noite escura...
Drão!
Não pense na separação. Não despedace o coração. O verdadeiro amor é vão, Estende-se infinito, Imenso monolito, Nossa arquitetura.
Quem poderá fazer Aquele amor morrer
Nossa caminhadura, Cama de tatame, Pela vida afora
Drão!
Os meninos são todos sãos. Os pecados são todos meus.
Deus sabe a minha confissão. Não há o que perdoar.
Por isso mesmo é que há de haver mais compaixão.
Se o amor é como um grão
Vive, morre pão
drão!
drão!


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